domingo, 6 de junho de 2010

Articaina

A Articaína trata-se de um anestésico do tipo amida combinada a um éster de ação intermediária, é único anestesico local que contém um grupo thiophene, e também porque possui os grupos amida e éster conjuntamente, o que lhe confere características peculiares, como uma melhor difusão em tecidos moles e uma baixa toxicidade.
Está disponível em duas concentrações, 1:100 000 e a 1:200 000. A Articaína possui uma boa eficiência: rapidez de ação de anestesia profunda, duração total adequada e possibilidade de produzir anestesia com pequeno volume. A igualdade da eficácia analgésica associada à baixa toxicidade sistêmica permite o uso da Articaína em concentrações mais altas (4%) do que outros
anestésicos do tipo amida.

contra-indicações
  • Pacientes com tendência a desenvolverem metemoglobinemia;
  • Em atletas que podem ser submetidos à testes antidoping, pelo possível surgimento de resposta positiva;
  • Paciente que sofre de hipertensão, de doenças cardiovasculares;
  • Paciente diabético,
  • paciente alérgico aos sulfitos já que estes produtos podem provocar ou agravar reações anafiláticas;
  • Paciente sob tratamento com antidepressivos tricíclicos;
  • Crianças com menos de 4 anos;
 A articaína é mais uma opção dentre os diversos anestésicos locais utilizados no nosso país. Infelizmente, o custo deste anestésico local no Brasil é ainda muito elevado.


sexta-feira, 4 de junho de 2010

Quando não realizar uma exodontia?

CONTRA INDICAÇÕES PARA EXODONTIA
Não há uma contra-indicação permanente para a exodontia. Uma vez contolada ou eliminada a causa a exodontia poderá ser executada.
As contra indicações para exodontia podem ser divididas em:

1- Causas Locais
2- Causas Sistêmicas


( 1 ) CAUSAS LOCAIS:

( a ) Presença de processo inflamatório agudo
Os pacientes acometidos de processos inflamatórios agudos tais como abscesso,gengivite úlcero-necrosante aguda, pericoronarite, deverão ser medicados previamente para serem sumetidos à exodontia, após cessada a fase aguda.

( b ) Neoplasias
O paciente portador de Neoplasias deverá ser referido a um especialista da área, para que seja instituída a terapêutica. Assim a exodontia dos dentes localizados na região da neoplasia, poderá ser feita diminuindo a possibilidade de disseminação da doença.

( 2 ) CAUSAS SISTÊMICAS:

( a ) Doenças Hemorrágicas
Hemofilia, púrpura hemorrágica, policitemia, hipoprotrobinemias
Estes pacientes deverão ser previamente tratados pelo hematologista, para eliminação ou controle da causa de hemorragia, para posteriormente serem submetidos à exodontia. O atendimento destes pacientes deverá ser feito em local que disponha de recursos terapêuticos.

( b ) Diabetes:
Os pacientes diabéticos não controlados estão sujeitos à infecção  e possuem má cicatrização. A exodontia nestes pacientes deverá ser feita após o controle de sua glicemia e medicação pré-operatória.

( c ) Doenças Cardio-Vasculares:
Todo paciente portador de qualquer doença cardiovascular deve antes procurar um cardiologista para avaliação do seu estado de saúde.

( d ) Afecções Hepáticas:
Os pacientes com icterícia obstrutiva ou hepatopatias primitivas podem apresentar deficiências na formação de protrombina devido à hipovitaminose k.

( e ) Leucemias:
Estes pacientes estão sujeitos a hemorragias intensas e prolongadas. A exodontia deverá ser feita após um exame e controle da doença pelo especialista na área.

( f ) Anemias:
As anemias graves ( hipocrômicas, microcísticas, perniciosas e aplástica), propiciam uma má cicatrização e podem gerar problemas de ordem hemorrágica.

( g ) Sífilis e Tuberculose:
Estes pacientes além de estarem com a resistência orgânica diminuida, a exodontia poderá disseminar a doença causando osteomielites específicas. Por isto o atendimento destes pacientes deverá ser feito após o devido controle de sua enfermidade.

( h ) Menstruação e Gestação:
Não constituem contra-indicação formal para a exodontia. São estados fisiológicos e não patológicos. Desde que a menstruação e a gestação não estejam acompanhadas de alterações patológicas, estas pacientes poderão ser atendidas. A gestante deverá ser encaminhada ao ginecologista para avaliação de seu estado físico e desenvolvimento da sua gestação. Como o aborto ocorre mais nos primeiros três meses, a exodontia, sempre que possível, deverá ser evitada. 
Fonte: ArtdentRJ

Anestésicos: Qual escolher?

Escolher o anestésico local a ser utilizado não é tarefa difícil, a anamnese é essencial para não errar na escolha do anestésico. Abaixo segue sugestões sobre os anestésicos locais mais usados para pacientes com necessidades especiais:

Paciente Diabético:  
Prilocaína com vasoconstritor (Citanest, Citocaína, Biopressin)

Paciente Cardiopata/Hipertenso: 
Prilocaína com vasoconstritor (Citanest, Citocaína, Biopressin)

Paciente com Insuficiencia Renal:
Prilocaína com vasoconstritor (Citanest, Citocaína, Biopressin)

Paciente Idoso: 
Prilocaína com vasoconstritor (Citanest, Citocaína, Biopressin)

Paciente criança:
Lidocaína com vasoconstritor (Lidocaína)
Prilocaína com vasoconstritor (Citanest, Biopressin, Citocaína)
 
Paciente Gestante/Lactantes: Apenas intervir em caso de emergência/urgência
Lidocaína com vasoconstritor (Lidocaína) 

Paciente Epilético/Neurológico:
Prilocaína com vasoconstritor (Citocaína, Citanest, Biopressin)

Qualquer duvida sobre o estado de saúde do paciente entre em contato com o médico responsável.
 

Dentista-Inventor: Escorredor de Arroz

Escorredor de Arroz
 A cirurgiã-dentista Therezinha Beatriz Alves de Andrade Zorowich criou o utensílio em 1959. Com a ajuda do marido, Beatriz montou um protótipo em papel de alumínio e apresentou a invenção ao dono da Trol S/A. O invento foi apresentado na Feira de Utilidades Domésticas em maio de 1962.
Drª Therezinha Beatriz Alves de Andrade Zorowich 

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Congressos 2010

Olá pessoal, é importante e divertido ir em congressos, além de ganhar todos os brindes e amostras grátis, você também pode expor um banner (para aqueles que não gostam de falar em publico) e ainda ganha um certificado. Ou para os mais corajosos pode fazer uma apresentação em data show. A dica foi dada ;)


3 a 6 de junho – ABO/PA
IX Congresso Internacional de Odontologia da Amazônia
INFORMAÇÕES:
Tel.:
(91) 3276.0500
E-mail: agmaneschy@amazon.com.br
Site: www.abopa.org.br
  
3º Congresso Catarinense de Ortodontia – CCORTO 2010
De 24 a 26 de junho de 2010 em Florianópolis – SC
Local: Centro de Conveções CentroSul
Realização: Sociedade Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial – Seção SC
Site do Evento: www.ccorto.com.br
Informações: (48) 3322-1021 ou divulgacao@ccorto.com.br

46° Encontro do Grupo Brasileiro de Materiais Dentários
De 29 a 31 de julho de 2010 em Búzios – RJ
Local: Hotel Atlântico Búzios Convention and Resort
Site do Evento: www.gbmd.com.br/novo/EncontroGBMD/
Informações: 55 (21) 2629-9832

14 a 17 de julho – ABO/RS
XVIII Congresso Odontológico Rio-grandense
INFORMAÇÕES:
Tel.:
(51) 3330.8866
E-mail: eventos.abo@terra.com.br
Site: www.abors.org.br

FDI 2010 – Congresso Anual Mundial de Odontologia
De 2 a 5 de setembro de 2010 em Salvador – BA
Realização: FDI – Federação Dentária Internacional
Local: Centro de Conveções da Bahia
Site do Evento: www.fdi2010.com.br
Informações: +55 (71) 2102-6600

17º Congresso Brasileiro de Ortodontia
De 14 a 16 de outubro de 2010 em Anhembi – SP
Realização: Sociedade Paulista de Ortodontia
Local: Palácio das Convenções do Anhembi
Informações: cientifica@ortociencia.com.br

 Fonte: ABO e CFO

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Dentista-Inventor: Algodão-doce

Ironicamente, o inventor do algodão-doce foi um dentista. O americano de Nova Orleans, Josef Delarose Lascaux começou a produzir o doce no começo do século XX. Até hoje, a técnica para fazer algodão-doce é a mesma: o açúcar é aquecido até se tornar líquido (caramelo). A máquina então gira, fazendo a calda passar por furos bem pequenos. Ao entrar em contato com o ar, o caramelo endurece imediatamente, formando os fios do algodão-doce. A adição de corantes ao açúcar no começo do processo proporciona a variedade de cores.

Da Urina ao Creme dental

História do Creme dental
Há cerca de 4 mil anos, no Egito, surgiu o creme dental. Tratava-se de uma substância altamente abrasiva e adstringente, à base de pedra-pomes pulverizada e vinagre. O preparado era esfregado nos dentes com um pequeno ramo de árvore. Os romanos, no século I, acrescentaram um insólito anti-séptico na sua fórmula - urina humana, para deixar os dentes mais brancos. Hoje em dia, as pastas contêm basicamente uma substância aromática, uma substância abrasiva, sabão e flúor.

Em 1850, o dentista americano Washington Wentworth Sheffield desenvolveu um pó para limpar os dentes que se tornou muito popular entre seus pacientes. Lucius, filho de Sheffield e também dentista, ajudou-o a modificar a fórmula, criando assim o Creme Dentifrício Dr. Sheffield, a primeira pasta de dente. O produto, porém, só teve sucesso quando foi colocado em tubos de folhas-de-flandres. Lucius Sheffield foi considerado o "dentista mais famoso do mundo" e recebeu trinta patentes por invenções que vão desde uma técnica de cimentar facetas até um túnel ferroviário elevado para cidades.


Alguém arriscaria um teste?